Pesquisa aponta que para metade dos brasileiros, ceder uma batatinha no primeiro encontro é o maior gesto de intimidade possível
De acordo com o inédito Relatório Global da Batata, realizado pela McCain Foods em parceria com a Pollara Strategic Insights, o brasileiro ressignificou a linguagem do amor: para 50% dos entrevistados no país, compartilhar a batata frita é um gesto de intimidade maior do que andar de mãos dadas.
O estudo, que ouviu mais de 12 mil pessoas em 11 países, mostra que, por aqui, o clássico petisco virou o “termômetro oficial do flerte”.
O “crush” passa, a batata fica (mas tem que dividir!)
Enquanto no resto do mundo as pessoas ainda são tímidas na hora de dividir a comida, o brasileiro não perde tempo. O Brasil lidera o ranking global de descontração: 73% dos paulistas, cariocas e conterrâneos se sentem totalmente confortáveis em dividir uma porção de batatas logo no primeiro encontro — a maior taxa do planeta.
Mas atenção: essa intimidade tem regras próprias (ou a falta delas). O estudo revelou que a nossa etiqueta é baseada na ousadia. Nada menos que 69% dos brasileiros admitem fazer o “double dipping” — aquele hábito de morder a batata e mergulhá-la novamente no molho. Um gesto de pura cumplicidade para nós, mas que faria um canadense cancelar o encontro imediatamente.
Felicidade em formato de palito
Se o namoro está morno ou o clima pesou, a solução é simples e barata. Para 95% dos brasileiros, uma porção de batatas fritas melhora o astral na hora (contra uma média global de 78%). Isso consolida o Brasil como o país com a ligação emocional mais forte com a batata frita em todo o mundo. Não é fome, é terapia em formato de palito.
E para os casais que gostam de testar limites na relação, a pesquisa também revelou o lado exótico do paladar nacional: 21% dos brasileiros já mergulharam a batata no chocolate e 47% cobrem a porção com queijo.
Amor com responsabilidade (do campo à mesa)
Se o amor dos brasileiros pela batata é gigante, o compromisso da McCain com o futuro do planeta também é. Por trás de cada porção compartilhada no Dia dos Namorados, existe uma cadeia sustentável: a McCain já implementou práticas de agricultura regenerativa em 69% da sua área global de cultivo, com a meta de atingir 100% até 2030, garantindo solos saudáveis e biodiversidade.
“Descobrir que, para tantos brasileiros, compartilhar batatas fritas é um gesto de intimidade maior do que dar as mãos nos enche de orgulho. Isso reforça nossa missão de levar conexão por meio de um alimento tão simples e querido, produzido com cuidado e sustentabilidade”, afirma Guilherme Machado, Diretor de Marketing da McCain do Brasil.
Neste 12 de junho, se o seu par te oferecer a última batata frita da porção (aquela mais crocante e cheia de queijo), não tenha dúvidas: é amor de verdade.
O estudo completo com todos os dados curiosos sobre o comportamento global pode ser acessado em: www.mccain.com/spudreport.