Campanha criada pela We reforça missão global da greentech com convite para reimaginar o planeta hoje
No mesmo dia em que o mundo celebra o Earth Day com iniciativas em prol da proteção ambiental, a BYD do Brasil estreia uma campanha que convida o público a reimaginar o futuro, desta vez, sem carros a combustão.
Criada pela agência We, a iniciativa parte de um experimento simples e provocador: usar prompts reais para pedir que diferentes plataformas de Inteligência Artificial imaginassem o futuro. O resultado chama atenção pela consistência. Independentemente da ferramenta, as imagens projetam um cenário desolador quando o ponto de partida são apenas veículos a combustão. Elas também entregaram um futuro completamente diferente quando provocadas a reimaginar com BYD.
No mundo, a greentch tem como missão global reduzir em 1°C a temperatura da Terra. No Brasil, hoje, cerca de 90% da frota nacional ainda é composta por veículos a combustão. Ao mesmo tempo, o país assumiu o compromisso de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa entre 59% e 67% até 2035, em relação aos níveis de 2005, conforme a nova NDC apresentada na COP29.
Para Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil, “Apesar do choque de realidade entre esses dois fatos, acreditamos no Brasil. E, temos certeza, os brasileiros confiam na marca. Nos últimos 2 meses, o BYD Dolphin Mini foi o carro mais vendido no varejo e isso prova que estamos construindo uma história, um novo futuro possível”.
Além do filme, a campanha tem no plano de mídia ações no digital, plataformas sociais, OOH, merchan na novela “Três Graças”e break exclusivo de TV. A iniciativada marcano Brasil ganha ainda mais relevânciadiantedocontexto global.
Para Armando Araújo, CCO da We, “Em mundo que só se fala em AI, a nossa provocação foi simples: e se nós usássemos a tecnologia do futuro para mostrar o que as pessoas não conseguem ver hoje? O resultado foi uma campanha que, no fim, usa a inteligência do consumidor como gatilho de mudança. Só uma empresa inovadora como a BYD poderia provocar essa conversa e propor um redesign da mobilidade, reimaginando uma nova direção”.


