Ícone do site Marcas Mais

SXSW 2026: Pedro Bial e Nilson Klava comandaram duas conversas no auditório da Casa São Paulo

Créditos das fotos do SXSW: Globo / Talita Pinheiro Franich

Globo marca presença com seus jornalistas e executivos no evento no SXSW 2026, em Austin, no auditório da Casa São Paulo

O Jornalista Nilson Klava entrevistou a autora bestseller Amy Gallo, editora da Harvard Business reviews, que discutiu a importância de encarar conversas difíceis em ambientes profissionais e sociais, uma habilidade cada vez mais necessária para relações produtivas e sustentáveis. Amy deu dicas de como abordar assuntos sensíveis e defendeu que a transparência, mesmo quando desconfortável, é o que sustenta confiança. “Evitar a conversa não protege as pessoas. Cria um vácuo onde a sensação de injustiça cresce”, disse a autora.

Já Pedro Bial comandou uma edição especial do “Conversa com Bial” sobre como a tecnologia influencia a construção de narrativas. Bial destacou que, embora as tecnologias ampliem possibilidades de produção, análise e distribuição, a força de uma boa história continua sendo o principal elemento de conexão com o público. “Se tem uma ideia que atravessa toda essa conversa é a de que tecnologia não é um fim em si mesma. Ela é ferramenta, meio, linguagem, e só faz sentido quando está a serviço de boas histórias, de informação de qualidade e de conexões humanas mais relevantes. Falamos de inteligência artificial, de dados, de inovação, de novos formatos e de mercado. Mas, no fundo, estamos falando da mesma coisa: de como continuar contando histórias que façam sentido para as pessoas em um mundo em constante transformação”, afirmou Pedro Bial.

O diretor de estratégia de dados da Globo, Carlos Octavio Queiroz, explicou que a política de inteligência artificial da Globo tem como princípios fundamentais a transparência e a participação de humanos no centro enquanto o diretor do Fantástico, Bruno Bernardes, mostrou como a inovação tecnológica tem ampliado as possibilidades de contar histórias no jornalismo audiovisual. “No Fantástico, a gente busca usar essas ferramentas para aprofundar as histórias e criar experiências mais envolventes para o público, sem perder o que é essencial no jornalismo: o rigor da informação e a força de uma boa história”, afirmou Bernardes.

A diretora de negócios da Globo, Manzar Feres, ressaltou o papel do contexto na conexão entre anunciantes e o público. Segundo ela, em um ambiente de excesso de informação, as marcas buscam cada vez mais escolher as conversas nas quais desejam estar, reforçando a importância de ambientes editoriais relevantes e confiáveis. “Hoje, as marcas não querem só aparecer; elas querem escolher em quais conversas desejam estar. O nosso papel é justamente contextualizar essas presenças, conectando marcas a histórias e ambientes que fazem sentido para o público”, afirmou Manzar.

Sair da versão mobile