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Evento reuniu nomes do esporte, da cultura digital e da gastronomia para debater como marcas podem entrar em campo

Muito além dos jogos em campo, a Copa do Mundo tem se afirmado como um dos principais catalisadores de conversas culturais, digitais e comportamentais em escala global. Esse foi o eixo central de um debate realizado nesta terça-feira (28), em São Paulo, que reuniu representantes do esporte, da comunicação digital e da gastronomia para discutir como o evento mobiliza audiências e constrói narrativas que vão além do esporte.

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Participaram da conversa o ex-jogador da Seleção Brasileira Michel Bastos, a jornalista esportiva Manu Caiado, a creator de esportes Jojoca e o chef João Vieira, campeão em gastronomia. Ao longo do encontro, os convidados analisaram como a Copa atravessa territórios como entretenimento, cultura pop, hábitos de consumo e identidade cultural.

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A dimensão emocional do futebol foi um dos pontos abordados por Michel Bastos, que compartilhou experiências da carreira profissional e destacou a importância da rotina e da superstição na preparação dos atletas. Segundo ele, pequenos rituais ajudam a manter o foco e a confiança em um ambiente de alta pressão. Já Manu Caiado chamou atenção para o papel do jornalismo na ampliação do olhar sobre a Copa, defendendo a exploração de bastidores, histórias humanas e recortes menos óbvios, a partir da definição clara do público com quem se pretende dialogar.

A discussão também passou pelo consumo de conteúdo nas redes sociais. Jojoca apontou diferenças entre plataformas e explicou que, em ambientes como o TikTok, o engajamento está mais ligado ao conteúdo do que à figura do creator, enquanto no Instagram a relação com o criador tende a ser determinante. Para ela, entender essas dinâmicas é essencial para qualquer estratégia de comunicação durante o período da Copa.

A gastronomia surgiu como outro eixo relevante da conversa. O chef João destacou a comida como uma porta de entrada para a cultura dos países participantes, com potencial para engajar o público por meio de receitas típicas, curiosidades e conteúdos que incentivem a participação e a identificação emocional. Segundo ele, temas como hábitos locais, pratos tradicionais e até rivalidades culinárias costumam despertar interesse e gerar interação.

De forma geral, os participantes concordaram que conteúdos percebidos como orgânicos e conectados ao contexto cultural da Copa tendem a gerar maior engajamento do que abordagens excessivamente publicitárias. Bastidores, curiosidades, análises pré e pós-jogo e manifestações culturais locais foram citados como alguns dos formatos mais relevantes durante o torneio.

O debate integrou a programação do Mynd Day Copa do Mundo, evento realizado pela Mynd, maior especialista em marketing de influência da América Latina, com foco na discussão de tendências culturais e de comunicação em torno da competição.

“A Copa do Mundo cria conversas simultâneas, emoções coletivas e um volume de atenção que poucas lugares no mundo conseguem gerar. O Mynd Day é justamente esse espaço de antecipação, onde provocamos o mercado a pensar como transformar esse momentos em relevância cultural e não apenas em exposição”, afirma José Cirilo, CMO da Mynd.

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