Narrativa traduz o legado invisível que passa de mãe para filha ao longo do tempo: a autoestima, a confiança e a relação com o próprio corpo
Presença recorrente nas campanhas da HOPE, Sabrina Sato revela agora um novo capítulo dessa relação: antes de protagonizar campanhas da marca, cresceu vendo a mãe, dona Kika, revender peças dentro de casa. Foi nesse ambiente que absorveu, de forma intuitiva, ensinamentos que passam pelo cuidado, pela autoestima e pela maneira de se reconhecer como mulher. Hoje, como mãe, ela dá continuidade a esse repertório, em um movimento natural construído no dia a dia.
Para celebrar a herança de conexão, intimidade, afeto, gentileza e hábitos, a HOPE traz Sabrina e Kika Sato para uma reflexão sobre heranças que atravessam gerações entre mulheres: autoestima, sensibilidade, confiança e o conforto de se sentir bem na própria pele.
“Cresci vendo minha mãe vendendo a HOPE na loja dela lá em Penápolis, então essa relação faz parte da minha história. É como revisitar memórias e, ao mesmo tempo, entender tudo o que eu levo comigo hoje como mulher e como mãe”, conta Sabrina Sato.
Já Dona Kika, se emociona contando sobre as características da Sabrina que ela reconhece em si mesma.“Ela é determinada, observadora, gentil. Eu me encho de orgulho e admiração por toda garra que ela tem e por sempre se preocupar em cuidar do próximo também”, diz Dona Kika. Para ela, o mais importante da maternidade é transmitir às filhas sentimentos de confiança e gratidão. “O meu papel é mostrar para elas que podem ser: fortes, ousadas e tudo o que quiserem”.
A campanha se desenvolve a partir do conceito “Em casa”, explorado como espaço e também como sensação. O lugar onde se pode ser, sem esforço. Nas fotos, Sabrina e Dona Kika aparecem com os pijamas da marca em um clima íntimo, de afeto e cumplicidade, trocando olhares cheios de carinho que traduzem, de forma delicada, a conexão profunda entre mãe e filha. Segundo a diretora de marketing da HOPE, Flávia Vagen, a campanha busca justamente valorizar essas trocas genuínas. “Construímos uma narrativa com um mood cotidiano e acolhedor, tendo a casa como cenário central, um espaço em que afeto, hábitos e percepções são naturalmente compartilhados e acabam transpassando gerações”, conclui.

