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Smirnoff Ice envia latas “Pé Frio” ao ex-jogador argentino D’Alessandro

A marca dá novo sentido às latas com o adjetivo usando a superstição nos pré-jogos para mandar o azar aos adversários

Dando continuidade à atitude “Vai Com Gosto”, Smirnoff Ice traz o “pé frio” como camisa 10 para brincar com esses costumes tão brasileiros, e mandar o azar para longe. A iniciativa foi criada pela AlmapBBDO, que traduziu esse comportamento típico das torcidas em uma ação irreverente e conectada com o momento cultural do futebol, com participação do argentino D’Alessandro na campanha.

Um caminhão adesivado com latas da edição “Pé Frio” foi flagrado circulando por São Paulo, em um trajeto simbólico em direção à Argentina. A ação brinca com a superstição que domina torcedores durante os jogos e propõe, de forma leve, “despachar” o azar para fora do país. Cada lata é uma provocação que brinca com a superstição que domina torcedores durante os jogos mundiais.

No comando está Fábio Porchat, conhecido pelo humor afiado e por ser, ele mesmo, um “pé frio” declarado. No vídeo da campanha, ele acompanha o envio das latas rumo aos rivais. O filme mistura futebol, zoeira e rivalidade, ingredientes que todo torcedor conhece bem.

A ação também chega às redes com influenciadores de diferentes nacionalidades que vivem no Brasil. Eles recebem suas latas “Pé Frio”, mas em tom brincalhão: “A gente gosta de vocês e sempre está junto, mas agora o azar precisa ficar com alguém”, provoca a marca. É uma forma divertida de ampliar a zoeira, engajar torcedores e mostrar que, na brincadeira da Smirnoff Ice, todo mundo participa.

“O que mais nos inspira é a forma como a superstição faz parte do cotidiano do torcedor brasileiro. Com essa campanha, traduzimos esses comportamentos em experiências conectadas com o universo do futebol, mantendo o espírito irreverente da marca”, diz Guilherme Martins, CMO da Diageo no Brasil. “A ideia é entrar na brincadeira com o público e mostrar que o azar pode, sim, virar motivo de risada.”

No fim, a lógica é simples: se existe pé frio, alguém precisa ficar com ele. E quanto mais longe estiver melhor. Porque, em futebol, superstição pode até não decidir o jogo, mas ninguém quer arriscar.

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