Pesquisa revela que empresas estão priorizando espaços flexíveis para impulsionar produtividade, cultura organizacional e resultados financeiros
Escritórios flexíveis estão ganhando destaque como solução estratégica para empresas ao redor do mundo, segundo pesquisa da WeWork realizada com líderes empresariais dos Estados Unidos e Reino Unido. O levantamento revelou que 72% das empresas planejam expandir seus espaços de trabalho nos próximos dois anos, sendo que 59% optam por coworkings ou escritórios flexíveis. A tendência reflete um movimento global em direção à flexibilidade, com impacto direto na produtividade, engajamento e cultura corporativa.
Os dados mostram que o modelo híbrido está se consolidando como o equilíbrio ideal entre trabalho remoto e presencial. Entre os destaques da pesquisa:
- 95% das empresas remotas planejam aumentar seus espaços de trabalho, com quase três quartos investindo em coworkings.
- 76% das empresas totalmente presenciais e 68% das híbridas também planejam expandir seus escritórios, priorizando modelos flexíveis.
- Setores como Tecnologia e Serviços Financeiros lideram essa transição, com 50% das empresas desses segmentos investindo em coworkings nos próximos dois anos.
“Os escritórios não são apenas onde o trabalho acontece, mas motores de produtividade e cultura organizacional”, afirma Beatriz Kawakami, Head de Vendas da WeWork Brasil. “Com a busca por soluções ágeis e adaptáveis, os espaços flexíveis estão se tornando essenciais para empresas de todos os tamanhos.”
Impacto no Brasil
No Brasil, onde multinacionais e big techs têm forte influência sobre práticas corporativas, o modelo de escritórios flexíveis já começa a ganhar tração. Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, que concentram hubs de inovação, apresentam crescente demanda por espaços que combinam infraestrutura moderna, flexibilidade e serviços integrados.
“Empresas brasileiras que adotarem essas tendências estarão mais preparadas para atrair talentos e enfrentar desafios futuros”, comenta Kawakami.
Sobre a pesquisa
O estudo foi conduzido pela Vanson Bourne com 500 líderes empresariais dos EUA e Reino Unido, abrangendo empresas de diferentes tamanhos e setores. As categorias analisadas incluíram modelos de trabalho totalmente presenciais, híbridos e remotos.