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Nomad atinge lucro operacional em 2025 e projeta expansão para 5 milhões de clientes

Foto: Lucas Vargas – CEO da Nomad

Com receita de R$ 760 milhões e alta eficiência de capital, fintech consolida operação e prepara nova fase de crescimento no segmento de alta renda

A Nomad encerrou o ciclo de 2025 com o marco mais relevante de sua trajetória: o atingimento do breakeven de EBITDA e a geração de caixa própria. Com uma receita anualizada (ARR) de R$760 milhões, a fintech brasileira consolida a maturidade de seu modelo de negócio em apenas cinco anos de operação. O desempenho foi marcado por ganhos de eficiência operacional significativos: a companhia atingiu novos patamares de alavancagem operacional, com Margem Bruta acima de 70%.

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“O atingimento do equilíbrio financeiro demonstra que nosso unit economics é saudável e escalável”, afirma Natália Lima, CFO da Nomad. “Essa solidez nos dá total controle estratégico para investir na expansão das nossas verticais de negócio e na tecnologia da plataforma, mantendo um crescimento sustentável mesmo em cenários de mercado mais restritos”.

O bom desempenho financeiro se deve também à aceleração dos principais indicadores de crescimento da empresa: ao longo de 2025, a Nomad aumentou sua base de clientes em 90% vs ano anterior, atingindo o marco de 3.8M de clientes. E esta base se manteve engajada com os produtos e serviços oferecidos.

Na frente de Investimentos no Exterior, os Ativos sob Custódia cresceram R$2.8 Bi, elevando o total de AUC da empresa para quase R$8 bilhões. Em julho de 2025, a Nomad anunciou a obtenção da licença de Broker-Dealer, e lançou a Nomad Wealth. A nova vertical foca no público de alta renda, oferecendo consultoria de investimentos isenta de comissões, o que elevou o ticket médio e a retenção da base. Para beneficiar-se do serviço, é necessário ter ao menos USD 25.000 investidos com a empresa.

Já na frente de Viagens, a Nomad encerrou 2025 com indicadores sólidos de expansão, consolidando-se como o ecossistema preferido do brasileiro no exterior. Em comparação ao ano anterior, a vertical registrou um salto de 14% no número total de viagens e um incremento de 12,3% considerando viagens de clientes diferentes, refletindo o aumento da fidelidade e do alcance da marca. Esse desempenho impulsionou o TPV (Total Payment Volume) em 11%, chegando a R$6 bilhões, demonstrando uma utilização cada vez mais frequente da conta global em diferentes destinos.

Além disso, a presença física da Nomad atingiu um marco impressionante: mais de 260 mil pessoas passaram pelos espaços físicos da marca ao longo do ano, somando o lounge no aeroporto de Guarulhos, o Nomad Coffee e o espaço físico no Orlando International Premium Outlets. Para se ter uma ideia da magnitude, esse fluxo equivale a lotar o Estádio do Maracanã mais de 3x, reforçando a força da nossa hospitalidade e a conexão direta com o viajante em sua jornada real.

“Operar com breakeven e uma eficiência de capital tão alta nos coloca em um patamar raro no ecossistema de tecnologia. O motor financeiro está pronto”, afirma Lucas Vargas, CEO da Nomad. “Em 2026, nosso foco deixa de ser apenas a expansão da base e passa a ser a profundidade do relacionamento. Queremos que cada brasileiro com ambição global tenha na Nomad sua principal plataforma de construção de patrimônio, unindo a agilidade das fintechs com a solidez das maiores instituições globais.”

Com a meta de ultrapassar 5 milhões de usuários até o fim de 2026, a Nomad se consolida como a ponte definitiva entre o investidor local e o mercado de capitais mais robusto do mundo. Ao combinar custódia sob jurisdição americana (FDIC e SIPC) com uma estrutura de consultoria inovadora e licenciada, a fintech deixa de ser apenas uma conveniência de viagem para se tornar o pilar de proteção patrimonial e diversificação internacional das famílias brasileiras.

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