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Estudo revela que os brasileiros querem menos algoritmo e mais autocuidado

Estudo global da rede TBWA apresenta os principais movimentos culturais e as principais mudanças comportamentais que devem nortear o desenvolvimento de marcas relevantes

Em 2025, as marcas que desejam se manter culturalmente relevantes e entrar na vida das pessoas de forma relevante precisarão ir além das tendências passageiras. Reproduzir a trend da semana, usar a música do momento ou explorar o meme em alta já não é suficiente. Por isso, saber distinguir o que é modismo do que são transformações enraizadas em mudanças reais de comportamento é a chave do sucesso e que vai, de fato, construir relevância duradoura. 

Para colocar as marcas na cultura, o Backslash, unidade global de inteligência cultural da TBWA, se posiciona como uma bússola estratégica para marcas que desejam compreender o presente e antecipar o futuro. E o relatório de 2025, com curadoria estratégica do time de insigths e pesquisas da Lew’Lara\TBWA, faz um recorte do público brasileiro. Dentre os destaques, o que vemos emergir é uma nova exigência do consumidor — menos distração, mais profundidade; menos superficialidade, mais conexão genuína. 

“Mapeamos movimentos culturais globais, mas o que realmente importa é entender o que pulsa no Brasil. Em um estudo com mais de 500 pessoas, vimos um desejo claro: os brasileiros querem potencializar o corpo, cuidar da mente e desconectar — um reflexo direto dos excessos da era hiperconectada”, comenta Raquel Messias, Vice-Presidente de Estratégia da Lew’Lara\TBWA.

O estudo anual Backslash Edges 2025 mapeou 39 grandes mudanças culturais, os chamados Edges, capazes de impulsionar marcas. Mais do que tendências, os Edges são transformações globais, movimentos enraizados em valores humanos, manifestados por comportamentos reais e consistentes. 

No Brasil, um estudo realizado com mais de 500 pessoas mapeou quais das 39 grandes mudanças culturais são as mais influentes para os consumidores brasileiros.  

São elas, em ordem de relevância:

melhoria está fora de alcance.

O Backslash reforça que a cultura que realmente conecta não nasce da simples reprodução de memes ou linguagem digital, mas da criação de movimentos originais.

Marcas que desejam liderar devem não apenas seguir as “trends” mas inspirar, assumindo um compromisso de longo prazo com as mudanças que estão moldando o mundo.

Portanto, os Edges foram concebidos exatamente para essa missão: ajudar marcas a adotar e investir nas mudanças culturais que importam e que vão perdurar, a fim de se tornarem fortes e culturalmente relevantes.

“Para uma marca ser realmente relevante, ela precisa ir além dos algoritmos, é preciso entender comportamento e tensões que de fato movem as pessoas. A grande oportunidade para as marcas em 2025 não está em replicar o meme da semana, mas em criar ideias originais, movimentos que gerem conversa. Em vez de bajular o algoritmo, contribua com algo real para a experiência humana. Relevância cultural não se hackeia, e sim, se constrói”, finaliza Raquel.

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