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Conta Simples transforma “no meu tempo…” em crítica à gestão financeira do passado

Conta Simples divulgacao

Conceito de “nostalgia tóxica” confronta o cartão corporativo centralizado no financeiro e o mau uso do cartão, reposicionando o produto como infraestrutura da operação financeira

A Conta Simples lançou sua nova campanha de marca, posicionando o Cartão Inteligente como a alternativa ao modelo corporativo tradicional que ainda trava a operação financeira de 63% das empresas brasileiras. Com conceito criativo desenvolvido em torno do território da “nostalgia tóxica”, a campanha foi construída para tornar impossível de ignorar o contraste entre dois modelos: o do passado, no qual um único cartão circula entre áreas sem controle, e o do Cartão Inteligente, no qual cada cartão já nasce com regras definidas.

A distinção é concreta. No modelo tradicional, o controle existe no papel mas falha na prática: sem regras embutidas no cartão, qualquer despesa pode acontecer e só será questionada quando a fatura chegar. Com o Cartão Inteligente, a lógica se inverte: cada cartão é configurado com limites, categorias permitidas e responsáveis definidos por time, projeto ou tipo de despesa. Se a transação não se enquadrar na regra, o pagamento não passa. O resultado é menos retrabalho, mais previsibilidade e o fim da dependência de reembolsos.

“O Cartão Inteligente não é apenas sobre oferecer crédito. É sobre dar autonomia com controle total antes mesmo do gasto acontecer. O modelo tradicional ainda depende de um único cartão compartilhado e de conferência depois do gasto. O que estamos propondo é uma mudança de lógica e a nova campanha foi construída para tornar esse contraste impossível de ignorar”, afirma Conrado Tourinho, CMO da Conta Simples.

Trilogia de filmes

Assinada pela agência cccaramelo, a campanha estreou com uma trilogia de filmes de estética cinematográfica, com telas divididas que colocam os dois modelos lado a lado. No primeiro filme, “Vai e Volta”, a trama viaja aos anos 2000 para mostrar o colapso operacional de um escritório inteiro dependendo de um único cartão físico, o que gera uma sequência interminável de ligações para localizá-lo. “Telefone Sem Fio” satiriza o desencontro de informações sobre quem está com o cartão, via MSN e SMS. A trilogia se encerra com “Se Beber, Não Pague”, que mostra o choque de um gestor ao receber o extrato de uma noite de excessos, com gastos em bar e limusine que o modelo sem regras não impediu.

Os filmes são ancorados em dados reais: segundo a 2ª edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, realizado pela Conta Simples em parceria com a Visa, 58% das empresas ainda operam com apenas um ou dois cartões PJ centralizados. O caos representado nos filmes não é ficção, mas sim um retrato do dia a dia de mais da metade do mercado.

A Conta Simples chega a essa campanha com mais de 2 milhões de cartões emitidos em sua trajetória, R$ 25 bilhões movimentados neles somente no último ano e crescimento de 140% na emissão de novos cartões no primeiro semestre de 2025, consolidando sua posição como líder na transformação do cartão corporativo em ferramenta de inteligência financeira.

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