Empresa do iFood registra mais de 21 milhões de transações em 2025 e reforça liderança em embedded finance
A Zoop, empresa do iFood, encerrou 2025 com mais de 21 milhões de transações Tap to Pay, 644% a mais se comparado ao ano de 2024. Além do crescimento, a empresa se mostra em congruência com o setor: dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), apontam que o volume de compras por aproximação cresceu 29,3% no terceiro trimestre de 2025 em relação ao ano anterior.
O levantamento da ABECS destaca ainda que pagamentos por aproximação já representam mais de 72% das transações presenciais, nas quais os usuários consideram comodidade e rapidez como principais benefícios.
Entre janeiro e dezembro de 2025, a Zoop registrou receita superior a R$ 700 milhões, um crescimento de 132% versus 2024. A empresa projeta entregar mais de R$ 1 bilhão no fechamento do ano fiscal atual (abr/25 a mar/26), refletindo a maturidade do modelo de embedded finance.
Outro ponto de destaque da companhia é a operação, que vem crescendo ano após ano. Entre 2024 e 2025, foi registrado um crescimento de 56%.
O Total Payment Volume (TPV) processado em pagamentos pela Zoop também avançou, alcançando R$ 36 bilhões em transações, alta de 24% no comparativo anual. O resultado reforça o papel da fintech como infraestrutura relevante no ecossistema de pagamentos e serviços financeiros no Brasil.
O avanço reflete a crescente demanda do mercado por pagamentos contactless, mobilidade e redução de dependência de hardware físico, especialmente em setores como varejo, serviços e operações de campo.
“O crescimento da receita e a forte adoção de tecnologias como o Tap to Pay mostram que o mercado busca soluções mais eficientes, escaláveis e integradas ao negócio. Em 2025, avançamos de forma consistente nessa direção”, afirma Cesario Martins, CEO da Zoop.
Consolidando-se como solução preferida pelos empreendedores brasileiros, o Tap to Pay é uma tecnologia que permite aceitar pagamentos por aproximação diretamente pelo celular, sem a necessidade das maquininhas. A tecnologia tem se popularizado nos ecossistemas de microempreendedores, bancos, fintechs e indústrias.
Com ele, o smartphone do vendedor funciona como um terminal de pagamento: o cliente apenas aproxima o cartão, o celular ou o smartwatch, e a transação é concluída de forma rápida e segura. A solução reduz custos, facilita vendas em mobilidade e amplia o acesso a meios de pagamento digitais, especialmente para negócios que precisam de agilidade no atendimento.
“Nossa estratégia se baseia em atuar como âncora tecnológica dentro de ecossistemas já estabelecidos. Isso significa que nossos parceiros, sejam bancos, fintechs ou ERPs, podem oferecer soluções de pagamento nativas aos seus próprios clientes e microempreendedores”, destaca Martins.
Perspectivas 2026
Para o próximo ano, a companhia mantém foco em crescimento sustentável através da expansão de soluções de embedded finance e fortalecimento de parcerias estratégicas.
“O crescimento da receita e a adoção acelerada do Tap to Pay demonstram que o mercado busca soluções mais eficientes e integradas. Nossa meta de R$ 2 bilhões em receita reflete essa demanda crescente por infraestrutura financeira embarcada”, afirma Martins.