Com estética de slam, iniciativa multiplataforma lança gesto proprietário, hub digital colaborativo e estratégia de mídia nacional com grandes players para impactar debate que afeta 8 milhões de brasileiras
A endometriose é uma doença crônica que afeta hoje cerca de 8 milhões de mulheres no Brasil e enfrenta severos gargalos de diagnóstico, desinformação e preconceito. O Alana apresenta sua nova campanha institucional, intitulada “Você sente essa dor?”, assinada pela Propeg. A iniciativa, que busca criar um movimento de mobilização em torno do tema foi lançada oficialmente durante o Alana Ideia Fest (AIF), em Brasília, com a presença da comunidade científica, autoridades, sociedade civil, criativos e formadores de opinião e meninas e adolescentes ativistas de todo o Brasil.
Apostando em uma estratégia que combina a linguagem cultural do slam (poesia falada urbana), o design de um gesto proprietário de mobilização e uma plataforma digital focada em dados e comunidade, essa será uma campanha de mídia que transcende apenas a comunicação. Para Barbara Ferreira, Diretora de Estratégia da Propeg, “a endometriose é uma doença lamentavelmente marginalizada e cheia de preconceitos. Investe-se mais em disfunção erétil e calvície do que na saúde menstrual”.
Como parte do ecossistema criativo da campanha, a agência desenvolveu um gesto simbólico proprietário (uma das mãos fechada na altura do útero e a outra sobre o coração), desenhado para funcionar como um elemento de identificação visual e mobilização social nas redes.
“Essa é nossa primeira campanha para o Alana. Para além do impacto que ambicionamos causar na sociedade, esse foi um trabalho que envolveu com muito fervor o time da agência. Esse tipo de campanha tem a capacidade de aumentar a voltagem da agência e isso é sempre uma grande compensação que não em preço” destaca Vitor Barros, CEO da Propeg.
Para dar sustentação à narrativa, a campanha apresenta a plataforma endometricas.com, um hub digital criado para reunir informações científicas em uma comunidade online onde pessoas que menstruam compartilham relatos reais sobre suas experiências. A proposta é que o espaço funcione como uma base colaborativa de dados e escuta ativa sobre os impactos da condição na vida pessoal, profissional e social das pacientes.
A estratégia de mídia foi construída sob um modelo colaborativo e conta com veiculação nacional em TV aberta na TV Globo entre os meses de maio e junho. O plano de comunicação também contempla forte presença regional em Brasília por meio de ativações de Out-Of-Home (OOH), mobiliário urbano e jornal impresso, viabilizados em parceria com a Rede Globo, a Mosaico Mídia e Correio Braziliense.
Ao longo do segundo semestre, a campanha ganhará novos desdobramentos estratégicos, consolidando o posicionamento e a atuação do Alana na agenda de saúde feminina e direitos reprodutivos.