Com linguagem leve, marca quer desmistificar a complexidade das certificações ESG e tornar o conceito de “Empresa B” mais perceptível para o público
A Petlove traz o humorista Fábio Porchat para comunicar uma importante novidade: a empresa acaba de se tornar a primeira do setor pet no Brasil a conquistar o selo B Corp.
A escolha de Porchat para liderar a comunicação foi construída com uma estratégia 360° e o desafio era transformar um conceito denso de governança e impacto socioambiental em algo que fizesse sentido para o consumidor final. No filme da campanha, Porchat usa seu estilo ágil para explicar que, enquanto os pets não levam nada a sério, a Petlove leva, e muito. “Conquistar o selo é tipo auditoria, só que sem ter como fingir que depois resolve”, brinca o humorista no roteiro que desmistifica a seriedade da certificação.
O humorista explica que, em um cenário saturado de informações, a criatividade é a chave para a retenção, e frisa que quanto mais a mensagem for passada de forma singular, mais é possível conquistar a atenção do consumidor. “Acho que, no fim das contas, é sempre legal poder simplificar um assunto que as pessoas não entendem direito. Quanto mais a gente consegue explicar de forma leve e simples, mais a mensagem chega no público e atinge todo mundo”, afirma Porchat.
A campanha foca em traduzir o significado real de ser uma Empresa B, enquanto a narrativa conduz o público a entender que o selo não é um troféu para um produto específico, mas uma garantia para todas as decisões da empresa, do bem-estar dos funcionários à preservação do planeta, tornando o selo palpável e colocando-o na conversa do dia a dia.
Além do conteúdo nas redes sociais em formato collab com humorista, a estratégia de mídia da Petlove foca na ocupação de grandes centros corporativos. O Manifesto de Marca ganha as ruas através de uma operação massiva de Out-of-Home (OOH), ocupando relógios de rua, abrigos de ônibus e redes de Eletromidia.
O grande diferencial da estratégia foi equilibrar a profundidade da certificação com a sua aplicação no dia a dia. Para isso, a Petlove adotou o modelo omnichannel, que adapta a narrativa a cada ponto de contato. Enquanto os canais institucionais detalham os impactos do selo, as frentes de consumo e relacionamento priorizam uma abordagem leve e direta. Essa escolha garante presença onde o tutor já está, resultando em uma comunicação fluida que fortalece o valor da marca sem exigir esforço de entendimento.
Nesse cenário, Amanda Ferracini, CMO da Petlove, explica que para desmistificar um tema denso de governança, a marca apostou na leveza e no bom humor, reduzindo barreiras e gerando identificação imediata.
“Entendemos que a melhor forma de traduzir conceitos é usar uma linguagem que se conecte com a rotina das pessoas. O desafio foi adaptar essa narrativa para canais de impacto rápido, como o OOH, onde um tema estrutural precisa ser compreendido em poucos segundos. Nossa ideia foi transformar um marco corporativo em algo compartilhável e direto, garantindo que o compromisso da Petlove com os pets, as pessoas e o planeta faça sentido na vida de quem passa pelas ruas”, afirma a executiva.
Com uma entrega 360°, a Petlove consolida sua posição de liderança em governança, provando que, para comunicar temas complexos, o melhor caminho é a transparência com uma boa dose de humor. A conquista vai além de um selo, é o início de um legado, em que não é sobre ser o primeiro, é sobre fazer o certo.